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terça-feira, 16 de janeiro de 2024

Governo reconhece emergência em mais 3 cidades do Rio após chuvas; lista chega a sete municípios

 


O Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional reconheceu nesta terça-feira (16) a situação de emergência em mais três municípios da Baixada Fluminense: Duque de Caxias, Mesquita e Nilópolis.

Com a decisão, publicada em edição extra do "Diário Oficial da União", já são sete os municípios com emergência reconhecida pela União em razão das fortes chuvas do fim de semana:

-Rio de Janeiro (cidade)
-Belford Roxo
-São João de Meriti
-Nova Iguaçu
-Duque de Caxias
-Mesquita
-Nilópolis

O temporal deixou pelo menos 12 mortos no estado. Passados dois dias, bairros nos municípios da Baixada Fluminense seguiam debaixo d'água até a manhã desta terça.

Segundo o Ministério da Integração, com o reconhecimento da situação de emergência, as prefeituras dessas cidades poderão solicitar verbas da União para ações como "compra de alimentos, água potável e combustível para os veículos".

"Os repasses serão liberados assim que os planos de trabalho forem apresentados pela prefeitura e avaliados pela equipe técnica da Defesa Civil Nacional", afirmou o ministério na segunda (15).

O valor a ser repassado pela União às prefeituras também depende do plano de trabalho e, por isso, ainda não foi publicado.

Fonte: Site G1

segunda-feira, 18 de setembro de 2023

Que absurdo! Prefeito de cidade no RJ sugere castrar mulheres para controlar nascimentos

 



O prefeito de Barra do Piraí, no sul do Rio de Janeiro, Mário Esteves (PROS), sugeriu 'castrar' as mulheres para controlar a quantidade de crianças na cidade. A afirmação foi feita durante discurso em que Esteves falou sobre a construção de creches e disse que o que não falta na região são crianças e, por isso, é necessário “controlar essa população”

“O que não falta em Barra do Piraí é criança. Tem que começar a castrar essas meninas, controlar essa população. É muito filho, cara. É no máximo dois”, declarou. O discurso foi na quinta-feira (14/9), durante inauguração de uma estrada na cidade.

Na ocasião, Esteves falou que mais duas creches serão inauguradas em Barra do Piraí em outubro e reclamou da quantidade de crianças na cidade, o que gera a necessidade de construir muitas creches.

O prefeito ainda defendeu a criação de uma lei para limitar quantos filhos cada família pode ter. “Tem que fazer uma lei lá na Câmara, no máximo dois [filhos]. Haja creche para ser construída ao longo dos próximos anos. Tinha que ser um processo federal, estadual, municipal, porque precisa, sim, desse controle. É muita responsabilidade colocar filho nesse mundo”, disse Esteves.

Após a repercussão negativa das falas de Esteves, a prefeitura de Piraí publicou, nas redes sociais, uma nota de esclarecimento que afirma que o prefeito não teve a intenção de “promover qualquer tipo de prática danosa ou preconceituosa às mulheres” - imagina se quisesse. “O prefeito de Barra do Piraí, entende que a laqueadura seja um dos procedimentos para o incremento do planejamento familiar, assim como a vasectomia”, argumentou.

“Foi um momento de descontração na inauguração de uma importante via de escoamento de produção e de desenvolvimento na cidade, tema central do evento e que é o principal destaque. Qualquer ilação com esse assunto mostra desconhecimento político, uma vez que castrar é esterilizar”, completou.

O PROS foi incorporado ao Solidariedade neste ano, que por sua vez, já lançou uma nota afirmando que expulsará o prefeito por suas falas misóginas.


Fonte: Correio Braziliense


terça-feira, 17 de dezembro de 2019

Em crise, prefeitura do Rio de Janeiro suspende todos os pagamentos




O prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella (PRB), suspendeu todos os pagamentos que seriam realizados pelo município.

A resolução, publicada no Diário Oficial do Município que circula nesta terça-feira (17), é assinada pelo secretário de Fazenda, Cesar Augusto Barbiero, e já tem efeito desde as 14h desta segunda (16).

Segundo comunicado da prefeitura, o objetivo da medida é ajustar o caixa municipal em razão dos “arrestos determinados pela Justiça do Trabalho para pagamento de salários atrasados de funcionários terceirizados da saúde municipal”.

A gestão Crivella informou ainda que a suspensão dos repasses é “pontual e pode ser revertida a qualquer momento”.


O Rio de Janeiro vive uma crise financeira na área da saúde sem precedentes.

Na esfera municipal, a carência de profissionais e de insumos é a principal crítica de médicos. “Nunca vi a situação deplorável como está”, afirma o ginecologista e obstetra Raphael Câmara, conselheiro do Cremerj (Conselho Regional de Medicina).

No âmbito estadual, onde a crise começou primeiro, em 2015, com o desajuste das contas públicas, a situação já está mais controlada, mas reclamações de pacientes persistem. Uma comissão chegou a ser criada em 2018 para reavaliar protocolos depois que uma paciente morreu no Hospital Getúlio Vargas, superlotado, por falta de atendimento.